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Muitas pessoas podem não saber disso, mas a cirurgia plástica é um aliado indispensável no combate ao câncer de pele. E, quando consideramos que o câncer de pele não melanoma representa cerca de 30% de todos os tumores malignos registrados no Brasil, é de extrema importância que essa informação seja de conhecimento comum.

A cirurgia plástica para câncer de pele é um procedimento delicado, visto que ela é a responsável pela retirada do tumor e pela reconstrução do local afetado. Mas, entre tantos profissionais cirurgiões, por que é o cirurgião plástico o profissional mais recomendado para o tratamento do câncer de pele?

Esta é uma das perguntas que eu respondo neste texto. Além disso, ainda vou te mostrar a relação entre os procedimentos estéticos e o câncer de pele e, por fim, mostrar como a cirurgia plástica para câncer de pele é feita.

Afinal, este é um dos principais casos que eu atendo em meu consultório. Para entender melhor o assunto e saber por que a cirurgia plástica vai muito além da estética, é só continuar a leitura abaixo!

 

Qual é a relação entre o câncer de pele e a cirurgia plástica?

A relação é muito simples de entender: o procedimento de remoção do tumor deixa cicatrizes. Dependendo do caso, se estivermos falando de um câncer de pele no pescoço ou no rosto, pode haver até mesmo uma desfiguração. Logo, a cirurgia plástica é feita para corrigir este problema, de modo que o paciente não tenha nenhum tipo de problema após o tratamento do câncer — nem mesmo estético.

É claro que a retirada do tumor e o procedimento estético podem ser feitos em diferentes oportunidades e por médicos distintos. No entanto, os cirurgiões plásticos também têm a instrução necessária para remover o tumor.

Sendo assim, se é possível realizar tudo de uma vez, não há motivos para passar por todo o processo envolvido em uma cirurgia mais de uma vez, não acha? E é exatamente por isso que cirurgiões da área estética como eu realizam cirurgia plástica para câncer de pele.

câncer de pele não melanoma

 

Como é feita a cirurgia plástica para câncer de pele?

Agora que você já sabe a relação entre o tratamento do câncer de pele e os procedimentos estéticos, eu vou te contar um pouquinho sobre como essa cirurgia funciona.

Começando pela remoção das células cancerígenas, ela pode ser feita de duas formas, dependendo da gravidade do tumor. Se a lesão for pequena, uma simples excisão pode ser feita. Por outro lado, lesões que cobrem uma região maior exigem uma técnica chamada cirurgia de Mohs.

Depois que uma dessas técnicas for aplicada, o cirurgião plástico deve garantir que todas as células cancerígenas foram removidas antes da segunda etapa (a reconstrução do local). Para isso, uma análise patológica da pele retirada é feita.

Uma vez que o tumor tenha sido completamente removido, o cirurgião pode fechar a região e partir para a reconstrução. Esta pode ser realizada através de um retalho local, em que o tecido saudável adjacente é reposicionado sobre a ferida, ou com um enxerto, retirando pele saudável de outra região do corpo.

Independente do método necessário, é seguro afirmar que o papel da cirurgia plástica para câncer de pele é importantíssimo.

 

E você, o que achou deste texto? Já sabia dessas informações? Caso tenha gostado do conteúdo e queira receber mais, é só me seguir no Instagram!

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